quarta-feira, 4 de março de 2015

2015: Uma Odisséia de Oportunidades

Ainda no âmbito do cinema, conforme os posts anteriores sigo nas homenagens aos cinema. Os mais novos desconhecem, mas os mais experientes - aqueles como eu na faixa dos 40 - lembram bem do filme "2001 - Uma Odisséia no Espaço", portanto o título deste post é uma alusão ao referido filme. 

Em 2015 os desafios da economia e do mercado são enormes. A maioria das empresas brasileiras despreparadas para as oportunidades de negócio que toda crise cria, naturalmente. Os consultores, nos quais me incluo, tem o desafio de mostrar as corporações que neste momento é a hora de investir e ganhar mercado.

A questão é: investimento é sinônimo de recurso financeiro adicional ? Parafraseando um ilustre Ministro do STF "a resposta é definitivamente negativa". Muitas ações de marketing podem e devem utilizar os recursos financeiros, logísticos e de RH já existentes nas corporações. 

Os consultores, gerentes, diretores de marketing, gestão e RH tem a mania de achar que ações em seus setores tem, obrigatoriamente, que passar por investimentos econômicos. Quer ver um exemplo: Empresa A tem redução de vendas devido a crise e o marketing sugere publicidade convencional ou abordagem via folheteria. Agora um investimento de técnicas de convencimento da força de vendas para atuarem mais intimamente com seus clientes ou do setor de compras buscar fidelizar fornecedores, transformando-os em parceiros da empresa A, pouca se ouve. Isto por que estas ações não demandam recursos financeiros adicionais e não tem a visibilidade que alguns profissionais precisam. 

Vamos refletir: será que os setores, as pessoas por trás das empresas, estão preparadas para pensar ações sem investimento econômico adicional ?

Boa semana e bons negócios.               

Um comentário:

  1. Embora eu seja insipiente no assunto entendo perfeitamente o que você diz e, sinceramente, não acredito que as empresas estejam preparadas para essas ações.Ou elas não possuem essa visão ou elas não querem. Não se importam com a fidelização do cliente faz tempo. Pelo que tenho vivenciado acho que as pessoas que trabalham no escritório dessas empresas sequer interegem com a frequência necessária para trazerem bons resultados tanto para a empresa quanto para o cliente, que é quem realmente importa. Elas ainda não veem o cliente como seu verdadeiro patrão e por isso não lhe dão atenção e muitas vezes tratam mal quem poderia lhes render um bom lucro. Parece que aqui no Brasil quando ocorre uma crise financeira qualquer, nenhuma empresa pensa em aplicar a sua sugestão que é perfeita. Nenhuma empresa quer investir, arriscar para se tornar competitiva no mercado. Diante de uma crise ela só pensa em cortar gastos, o que inclui diminuição da demanda e demissões, penso eu. Parabéns pelo seu trabalho. Abraços.

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