terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Como dificultamos o marketing

Coco Chanel dizia que a moda estava nas ruas. Muitas das descobertas de moda dela foram tiradas de ideias das ruas. Dentro dessa máxima fiz uma descoberta, no mínimo curiosa: o marketing é mais simples que passar um batom na boca. Explico antes de conclusões estranhas (rs): estive com minha mulher numa loja onde ela queria comprar um batom. Quando ela escolheu a cor e tipo de batom (tem cremoso, com gloss e com isso, aquilo e aquilo outro....) resolveu experimentar na boca, situação típica de uma mulher. O maquiador da loja fez toda uma preparação para uma "simples aplicação de batom".

A preparação parecia um ritual, cheio de fases, macetes e dicas. Tudo bem que o resultado fico conforme o esperado, mas demorou uma eternidade. Claro que, no dia-a-dia, nenhuma mulher vai fazer todo aquele ritual para aplicar um batom.

Aquela cena toda me fez lembrar como nós, consultores de marketing, complicamos as ações, criamos fases, macetes, dicas para implantar ações simples.

No momento de crise que vivemos no Brasil temos que agir como o cotidiano das mulheres ao passar um simples batom na boca. A praticidade deve ser a palavra de ordem em 2015 nas ações de marketing e gestão.

O marketing deve analisar, identificar e propor ações imediatas para aproveitar as oportunidades de negócio existentes no mercado em 2015, mesmo em meio a crise.

Se criarmos dificuldades, as corporações não irão realizar nem o básico que deveriam nas áreas de marketing e gestão, portanto lutarão pela vida em 2015 e não é essa a função dos gestões empresariais, concordam ?

Boa semana e bons negócios.

Um comentário:

  1. Perfeita e correta a sua observação. Mulher quando quer um resultado rápido, satisfatório e não tem tempo suficiente para se maquiar, passa um bom batom e vai embora feliz da vida. Pelo menos ela tem um lindo batom de qualidade e que a faz sorrir com mais segurança. No decorrer do dia só precisamos retocá-lo. Basta fazer algo simples mas bem feito. Muito bem feito. Talvez com o marketing seja assim. Pelo menos nesses tempos em que só dá para colocar um batom.

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