terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Cinquenta tons de cliente - A saga continua

Apesar do título brincalhão, o assunto é sério. Ontem indaguei se seria possível tratar os clientes, verdadeiros patrões, com sua tonalidade de cinza específica. Entendo que deve e tem que ser tratado assim, com sua característica especial. 

Com a tecnologia é possível determinar o perfil exato de consumo dos clientes, seus potenciais e outras informações. Então posso me comunicar com esse cliente de forma clara, direta e eficaz. 

As corporações ainda não viram isso ou não querem ver por preguiça. Economicamente é extremamente rentável e viável a utilização deste tipo de comunicação. A comunicação convencional além de cara atinge quem é e quem não é cliente. Em suma, desperdício de recursos financeiros.

Há receita de bolo, dica, passos prontos para implantação dessa percepção de "tonalidades de cinza cliente"? Entendo que não. As corporações devem avaliar seus clientes e criar suas abordagens próprias. 

A questão aqui é criar, já falo de cinza, a massa cinzenta corporativa para pensar como atingir cada cliente de forma única e eficaz - custo X benefício.

Mas para não dizer que sou chato, dou uma dica: saibam quem é o seu cliente. Isso repete à posts anteriores por que a maioria das corporações ainda não descobriu pra que serve o cliente.

Bons negócios e boa semana.

Um comentário:

  1. Realmente, com raras exceções, as empresas ainda não cohecem seus clientes e pelas respostas que tenho recebido através da internet, pelo tratamento que elas me dispensam como cliente, constato cada vez mais essa lamentável realidade. Por isso repito o que já escrevi por aqui: Cliente pra que? Há todo tipo de falta de respeito que começa com o mau atedimento. Relatei os fatos aqui, no meu blog e no site Reclame Aqui e como resposta fui mais do que ofedida pela supervisora de vendas de uma empresa. Só me restou mover uma ação em face da mesma devido à resposta que recebi por e-mail dessa mesma gerente. Aliás, fui cliente dessa empresa por trinta e três anos! Estou mais do que chocada e eles perderam muito mais que uma cliente. Agora percebo mais do que nunca que o problema começa no próprio escritório da empresa. Pensei que o marketing digital servia para aproximar clientes e empresas, que ele poderia servir como um meio de resolvermos nossos problemas, nos conhecermos. Mas acho que me enganei.

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